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Fernandinho BeatBox aparece em manifestação bolsonarista contra a democracia

Fernandinho BeatBox decepcionou grande parte do seu público ao falar que teve houve na eleição.

Desde a noite do último domingo (30), caminhoneiros bolsonaristas estão bloqueando trechos de rodovias em todo o Brasil protestando contra o resultado das eleições, onde o candidato Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente da República. Pedidos antidemocráticos por um golpe de Estado do Exército para manter o candidato derrotado Bolsonaro no poder fazem parte do movimento.

No feriado do dia dos finados (2), milhares desses apoiadores do derrotado foram paras ruas do Brasil aderir esse protesto. Algumas personalidades compareceram, como o jogador Robinho, que inclusive é um condenado pela justiça italiana por estupro. Um nome que também chamou atenção foi do Fernandinho Beatbox. Ele, que faz parte da cultura hip-hop, inclusive tirou foto com a bandeira do Brasil pendurada no pescoço. Esse fato gerou muitos comentários com lamentações por parte dos seus seguidores.

Ao contrário do Fernandinho, outros grandes nomes do rap nacional como Mano Brown, Emicida, Djonga, Criolo, Matuê, Ebony, Drik Brabosa, Xamã, Filipe Ret, Azzy, Mc Poze do Rodo, Tasha & Tracie, Borges, SD9, DJ Cia, Sandrão RZO, Clara Lima, Sueth, Coruja BC1, Rashid, Spinardi, Major RD e Rael levantaram sua oposição Bolsonaro e, com isso, votaram em Lula.

Vale lembrar que esse artista está apoiando um político que prega discurso de ódio contra as minorias, debochou de pessoas que estavam sem ar com o Covid-19, que disse que não era coveiro após ser perguntados sobre os mortos pela doença, que disse ter dado uma fraquejada ao ter uma filha mulher após ter 4 filhos homens, que apoia abertamente a ditadura militar exaltando um dos maiores torturadores que o Brasil já teve, que isola o país do mundo politicamente, que não cuida do meio ambiente e propaga muitos mais absurdos.

Quem curte ou é um grande adepto do hip-hop tem que saber que a cultura desde a sua concepção tem como um dos pilares a luta pela sua participação política, pelas minorias, contra o preconceito de qualquer tipo, contra o racismo, contra a homofobia, contra o machismo e pela colocação da cultura periférica em devido lugar.

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