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Filho de Chorão é acusado por apresentação de documento falso

Fotos: Reprodução/Internet

Direito de uso da Charlie Brown Jr. vem sendo disputado por integrantes da banda com Alexandre na Justiça.

De acordo com uma publicação feita pelo guitarrista, cantor, compositor e produtor musical Marcão Britto em seu perfil no Instagram, Alexandre Lima Abrão, filho de Chorão, teria utilizado um documento supostamente falso no processo judicial em que disputam os direitos da marca Charlie Brown Jr.

“Usar documento falso em processo judicial é crime! O Alexandre, filho do Chorão, fez o uso de um documento falso dentro do nosso processo judicial e em pedidos de registro da marca Charlie Brown Jr. no INPI!”, afirmou o proprietário do Electro Sound Studio.

“Ele usou um documento de autorização para a utilização da marca com assinaturas falsificadas da presidente e da vice-presidente da Peanuts, de Nova Iorque, dona da marca Charlie Brown (Snoopy). Agora, a defesa dele diz que ele foi vítima de um golpe”, acrescentou o também YouTuber.

Fotos: Reprodução/Internet

“Uma pessoa que há anos vem firmando contratos com grandes empresas, que possui um corpo jurídico ativo e, principalmente, tem familiares advogados que sempre estão presentes nas negociações. Praticamente impossível de acreditar, ainda mais quando em nenhum momento ele informou ao poder Judiciário que o documento é falso ou que apresentou um boletim de ocorrência!”, concluiu Marcão.

Comentando na publicação, Thais Lima, mãe de Alexandre, saiu em defesa do filho. “Ei, Marcão, que feio! Você esquece dizer que recebeu um dinheirão do Chorão para vender a marca para ele? Dinheirão. Aliás, foi justamente por isso que você perdeu ação (em primeira e segunda instância)”, escreveu ela, afirmando ainda que fez um boletim de ocorrência assim que soube da falsificação do documento.

Alexandre vem sendo processado também por Graziela Gonçalves, viúva de Chorão que alega ter sido vítima de um golpe do herdeiro do ex-marido. Segundo a ação movida por Graziela, nos autos do inventário do falecido artista, que morreu em 2013, o acordo foi que a divisão da venda dos direitos de imagem e produtos da banda ficaria 55% com Alexandre e 45% com ela.