Jornalista da Folha de São Paulo acusa Casimiro de homofobia

capa casimiro

Texto acabou gerando muitas críticas para o jornalista do jornal paulista.

A cobertura da Copa do Mundo do streamer Casimiro Miguel é, sem sombra de dúvidas, a grande novidade da forma positiva na questão das transmissões dos jogos. Ontem (28), por exemplo, seu canal no Youtube bateu o recorde de visualizações simultâneas do YouTube Brasil durante a partida entre Brasil e Suíça pela Copa do Mundo do Catar.

Segundo a LiveMode que administra o canal, a CazéTV chegou ao pico de 3,7 milhões de views. O recorde anterior era da live da cantora Marília Mendonça, em 2020, que conseguiu 3,3 milhões. Com todo esse sucesso, muitas pessoas estão elogiando o jovem, porém tem quem o critique també. Foi o caso do jornalista Nelson de Sá, do renomado jornal Folha de São Paulo.

Créditos: Pedro Dimitrow

Recentemente ele fez um texto passando a sua visão sobre o conteúdo do Cazé. Lá ele diz que o carioca é o maior desafiante de Galvão Bueno, pois chega a  lembrar Faustão ou Milton Neves, quando surgiram no rádio, com mais talento para o humor.

Ainda lembrando que transmissões são da LiveMode, empresa brasileira os contratos do streamer com Google e Amazon na Copa, mais o Fifa+, todos oferecidos “de graça”, Nelson aponta algumas problemátias que na sua visão passam despercebidas pelo público.

“Casimiro, em sua disrupção do espetáculo, carrega nos palavrões, com passagens como “aperta que eles peidam” ou “estava com um cagaço de que fosse zero a zero”. No momento em que um jogador estava no chão, após ser atingido no pescoço, cobrou dos colegas, um por um, rindo como um adolescente com o duplo sentido homofóbico: “Já tomou bolada no queixo?”.”, apontou.

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