Home Funk Ludmilla reflete sobre como a fama e o poder não a livraram do racismo

Ludmilla reflete sobre como a fama e o poder não a livraram do racismo

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Ludmilla reflete sobre como a fama e o poder não a livraram do racismo

Ludmilla luta diariamente com o preconceito de todos os tipos

A cantora Ludmilla, dona de grandes hits nacionais e até internacionais, é uma das responsáveis pela ampliação da cultura da favela nos últimos tempos. Ludi, como também é conhecida, passeia desde o funk raíz, passando pelo funk pop, e no seu último trabalho ela cantou pagode. Vale também lembrar que ela fez parte do ‘Poesia Acústica 10’.

Ludmilla e sucesso cabem perfeitamente na mesma frase. Ela é a primeira artista negra da América Latina a ultrapassar a espetacular marca de um bilhão de streams no Spotify. Já o seu canal no YouTube superou outra também incrível marca de mais de 2 bilhões de visualizações e seu perfil no Instagram possui mais de 24 milhões de seguidores.

Apesar disso tudo, Ludmilla, tem que lutar contra o tom intimidador do preconceito dentro e fora do da internet. Negra, bissexual e embaixadora do funk carioca, que é um estilo musical marginalizado por parte da sociedade, ela virou alvo de perseguições e comentários preconceituosos por parte de socialites, autoridades e até das famosas “pessoas comuns”, que muitas vezes também sofrem preconceito social. Sobre tal fato, Ludmilla disse “A fama e o poder não me livraram do racismo”, desabafou, para a revista QG Brasil.

Veja a capa da revista abaixo: