BK’ não escondeu a felicidade ao falar da visita a São Januário.

O rapper BK, vascaíno, conheceu o Complexo Esportivo de São Januário e participou do Tour Pela Colina Histórica, passando por locais como a Sala de Troféus, o vestiário da equipe profissional, Sala de Imprensa e o gramado. BK falou sobre a energia do local e como aproveitou o rolê. A visita aconteceu há alguns meses e foi divulgada agora. Ele é mais um torcedor ilustre a participar do papo com a Vasco TV.

“Eu tiro uma foto ou outra. Quero mais sentir o momento. A parada é sentir mesmo. A energia. Conhecer a história. Eu gosto muito de estudar. O importante é guardar na cabeça, conhecer. Depois vou meter a mão no celular pra tirar foto e guardar tudo”, disse o rapper. “Eu já estava conversando com um amigo e falei “cara, nós temos que voltar a dar uma força pro time. Futebol é uma roda gigante, assim como muitas coisas na vida. Um dia você bem, no outro dia você está mal. Estamos dando esse rolé aqui e você sente o Vasco. Parece que está tendo jogo, eu consigo visualizar o Caldeirão lotado. É organizar a vida e poder chegar junto. Mais importante do que estar na internet falando as coisas, pedindo apoio aos torcedores, é você estar presente mesmo. É isso que eu quero. Outros amigos da música também estão comparecendo e ajudando.”, completou.

Ao ler a Resposta Histórica, um dos documentos mais importantes da história do esporte mundial, onde o Vasco, campeão carioca de 1923, dizia que preferia não fazer parte da nova entidade a ter que se submeter à exigência de eliminar de seus quadros 12 atletas, a maioria deles negros, mulatos, nordestinos ou pobres, considerados pela AMEA jogadores “de profissão duvidosa”.

“A nossa briga do rap, da cultura hip-hop é isso. É pela liberdade, pela igualdade, contra essa violência que a gente tem no mundo contra a nossa raça, contra a nossa cor, contra o nosso povo. O Vasco entendeu isso há muito anos. Teve essa atitude, esse posicionamento. O Vasco é hip-hop”, afirmou BK’ antes de falar sobre outros assuntos. Confira abaixo.

MERCOSUL

“Quando o Vasco virou esse jogo foi quando eu decidi ser Vasco mesmo. Eu era criança e fiquei fascinado. Esse título eu lembro bastante. O Vasco me escolheu. Tu não escolhe o time. O time te escolhe.”

JOGA BEM?

Aquela pelada sempre rola. Eu fiquei um tempo sem jogar bola, mas agora eu voltei a brincar. Tem um momento, tem hora que você acha que é o Juninho Pernambucano, o Romário. Tem dia que você não é ninguém também. Arrepia. É muita emoção subir do vestiário pro campo.

ASSOCIAÇÃO

“Estou aqui como torcedor. Sou Vasco desde que me entendo por gente. O vascaíno sabe que o time pode contar a qualquer momento com a torcida e é essa energia que passa. A iniciativa do Vasco em fazer vários planos de associação é bem bacana. Tem que ser inclusivo. É isso, rapaziada. Fé!”