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Spy Beatz e CJ fazem abertura do primeiro show do Djonga na Europa

Spy Beatz e CJ mostraram a essência da conexão Rio de Janeiro e Bahia

Na semana passada noticiamos que o rapper Djonga fez o seu primeiro show fora do país, que aconteceu em Portugal. Djonga, inclusive foi para as suas redes sociais comemorar bastante esse feito que era algo muito almejado para a sua carreira. Em um dos shows dessa turnê Spy Beatz e CJ abriram os palcos para o rapper mineiro.

CJ, Matheus Nunes tem 25 Anos de idade, teve seus primeiros contatos com o rap aos 15 anos de idade onde participava de diferentes batalhas de rimas ( 3 round, cabeça cara, real mcs ) na sua cidade natal Salvador(BA), aos 18 anos de idade fundou junto com os amigos seu primeiro grupo de rap 3ª visão que não durou muito pela falta de recursos financeiros. Ainda assim em 2016 aos 19 o artista lançou seu primeiro som “A Trama” com participação de Pedro “Razz”.

foto Spy Beatz e C

De forma independente o CJ vem trazendo cada vez mais qualidade pro seus trabalhos, o artista alega contar apenas com familiares e amigos nessa caminhada, os dois últimos lançamentos tiveram boa repercussão na internet e principalmente entre os imigrantes que vivem em Lisboa, Portugal onde o artista reside atualmente, seus lançamentos mais recentes foram “Bala Gringa” e “Fabrica de Chocolate”.

Para o Rapmais, CJ fala de suas referência: “Sempre que alguém escuta mais de um som meu fica evidente que o que eu faço ninguém faz, eu nunca fui muito fã de copiar e também nunca tive muitas referencias gringas. A maioria das minhas refs sempre foram artistas locais e nacionais como Oddish, Dark, Vandal, Sincronia Primordial, MV BILL, Primeiramente, Djonga… 
Na nova escola me identifico muito com o Bin, Sidoka, Matue, Jovem Dex”, revelou.

Spy Beatz conta como começou a sua carreira. “Tudo começou 7 anos atrás com a vida me mostrando sempre um caminho alternativo através da música. Comecei sendo DJ de Funk no Rio de Janeiro e a seguir evolui e me identifiquei na Produção de Rap e Beats em geral”, começou a falar.

“Esse mês pude fazer a minha estreia oficialmente rimando e produzindo no meu álbum “Dossier” já disponível em todas as plataformas digitais, minha música pode ser vista as vezes como agressiva por causa de algumas letras que conto histórias que vi acontecerem de perto com alguns amigos e conhecidos, mas sempre trazendo uma estética icônica e sutil de se escutar”, concluiu.