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Celo Dut lança ‘Rei das Ruas’, primeiro álbum solo com Liniker, BK’, Baco Exu do Blues e Teto

Com 13 faixas divididas em três atos e prévia mostrada no Rock in Rio, o projeto mergulha em vivências pessoais, espiritualidade e ritmos afro-brasileiros.

Por
Fellipe Santos
Publicitário, comunicador e criador do Rap Mais. Apaixonado por Hip Hop. Desde 2017, conecto estratégias de comunicação para registrar o Hip Hop nacional e internacional.
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Celo Dut colocou nas plataformas digitais o álbum “Rei das Ruas“, seu primeiro disco solo completo. Composto por 13 faixas, o trabalho sintetiza a trajetória do artista baiano ao mesclar rap, MPB e ritmos afro-brasileiros, tendo parte de seu repertório estreado com banda completa no Palco Supernova do Rock in Rio.

O disco é estruturado em três atos que narram a jornada de um personagem inspirado na vida do próprio cantor.

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A caminhada parte de ausências e barreiras emocionais, passa por um período de enfrentamento e culmina no desarmamento afetivo.

A faixa “Frágil”, com BK’, abre o primeiro momento ao abordar a ausência paterna, enquanto a parceria com Liniker em “It’s Fine” inicia o terceiro ato com foco na vulnerabilidade.

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O elenco de colaborações também conta com Teto na solar “Lugar Seguro”, faixa influenciada pelo afrobeat, e Ravi Lobo em “Por Amor”, construída sob arranjos de piano e vocais de apoio. Em “Brinde a Vida”, o cantor divide os microfones com Baco Exu do Blues, parceiro e fundador da 999, selo do qual Celo faz parte.

A espiritualidade e os laços familiares conduzem momentos pontuais do repertório. Na faixa “Katito“, o artista resgata um canto tradicional do candomblé de Angola, entoado nas reuniões da casa de sua mãe biológica e mãe de santo, incluindo nos vocais a participação de seu próprio filho. O projeto se encerra com “Pedrinha de Aruanda“, composição ligada às memórias de sua infância.

A direção musical do álbum é assinada pelo próprio Celo Dut, com arranjos de Rodrigo HIT e Marcelo de Lamare, beats de Luango e Estrela e produção de Dactes. As gravações em estúdio contaram com banda completa, incluindo a bateria de Migga Freitas e Átila Coutinho, além da sanfona de Kiko Horta.