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Chavoso da USP denuncia agressão policial durante a virada cultural de SP

Thallis
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Além de ser agredido durante a abordagem, Chavoso da USP também revela que um policial fez seu amigo a ingerir uma quantidade de maconha.

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O influenciador e palestrante Thiago Torres, conhecido nas redes sociais como Chavoso da USP, conta em suas redes sociais que em uma abordagem da PM, um policial lhe deu chutes e um soco em suas partes íntimas, além de forçar seu amigo a comer maconha. A Secretaria da Segurança Pública diz que atua para identificar os agentes envolvidos na ação para esclarecimento dos fatos. Nas redes, circulam trechos do vídeo gravado por Chavoso da USP na abordagem da PM.

Como apurou o g1; O influenciador e professor Thiago Torres, conhecido nas redes sociais como Chavoso da USP (Universidade de São Paulo), denunciou ter sido vítima de abordagem policial violenta, com agressão e tortura, na Virada Cultural, no domingo (28).

Reprodução
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Conforme relatado por Torres, ele e um amigo estavam no show do rapper Emicida, na Brasilândia, Zona Norte da capital paulista, quando três PMs os abordaram. Na revista, os policiais encontraram maconha com o amigo de Thiago, o que gerou a violência dos PMs, ele conta. Foram dois chutes na perna, um empurrão e um tapa no peito.

“Além da agressão física, ele [o PM] ainda forçou meu amigo a comer maconha. Ele ficou muito tonto, enjoado e com forte ardência na garganta – que está até agora”, conta Chavoso da USP, ao g1.

O rapaz conseguiu filmar parte da abordagem. Depois da violência, os PMs os expulsaram do show, que era em espaço público e gratuito, mas logo na sequência voltaram para tirar satisfação por descobrirem que Chavoso filmou parte da abordagem.

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No vídeo, é possível ouvir o policial perguntar se em “festa de maconheiro”, como ele se referiu ao show de rap, está “liberada a porra da maconha?”. “Seu filho da puta, tá cheio de criança ali, caralho. Tu tem filho, pô? Aí fica fumando assim, na frente do filho dos outros. Tá certo?”, diz o PM, com agressividade.

Chavoso foi agredido na segunda abordagem, como relata. Diz que os PMs o revistaram de novo, jogaram suas coisas no chão, deram chutes em suas pernas durante o processo de revista e um soco no seu órgão sexual. Na sequência, teve o aparelho celular vistoriado.

“Ele falou que ia ver se meu celular era roubado e mandou eu desbloquear para consultar o IMEI [registro individual de cada aparelho]. Desbloqueei, mas ele entrou no meu WhatsApp e mandou eu mostrar o vídeo que tinha filmado. Falou isso em tom muito ameaçador e violento”, relata Chavoso, que bloqueou o celular e se recusou a mostrar o vídeo.

Confira o video que circula nas redes abaixo: