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Djonga sobre Hungria Hip Hop: “Bom pra carlh*, se comunica com a favela e periferia”

Por
Fellipe Santos
Publicitário, comunicador e criador do Rap Mais. Apaixonado por Hip Hop. Desde 2017, conecto estratégias de comunicação para registrar o Hip Hop nacional e internacional.
Foto Djonga: OTEMPO
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Hungria Hip Hop começou sua carreira com apenas 14 anos com o single “Hoje Tá Embaçado”, hoje ele se tornou um dos rappers mais populares do Brasil, fazendo todos os seus lançamentos virarem Hits.

O artista é um verdadeiro fenômeno na internet e conquistou todos os diversos tipos de público. Seu último lançamento, a faixa “Chovendo Inimigo” ja conta com quase 53 milhões, mas algo chama muito atenção na carreira de Hungria. O artista muita das vezes é boicotado por outros artistas do hip hop nacional, que acusam artista de ser “vendido”, por isso dificilmente temos músicas de Hungria com outros rappers.

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Em conversa com o jornal OTEMPO, o rapper Mineiro Djonga foi questionado sobre o que ele acha de Hungria Hip Hop e o artista declarou que não tem nada contra artista como músico.

“Ele é bom pra caralho, ele comunica com a favela, comunica com a periferia. Acho que quem tem preconceito é meio vacilão. Teve o problema da posição política, aquele lance todo do apoio ao Bolsonaro, enfim, essa é outra questão, mas, como artista, como músico, não tenho nada pra falar contra, só tenho elogio, porque agradeço todo mundo que consegue comunicar com a favela, com a periferia. É um lugar que precisa desse contato com a arte.

Na conversa, Djonga ainda diz que acredita que Mano Brown e Kendrick Lamar são os maiores rappers vivos.

Publicitário, comunicador e criador do Rap Mais. Apaixonado por Hip Hop. Desde 2017, conecto estratégias de comunicação para registrar o Hip Hop nacional e internacional.
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