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FBC responde sobre repetir a fórmula do álbum ‘BAILE’

Por
Rodrigo Costa
Jornalista movido pela curiosidade, uso da paixão pela escrita e pela arte para expressar minhas observações e vivências, alinhando a ideologia do movimento hip-hop com o...
Foto: Fábio Augusto

FBC comenta que, apesar da expressiva diferenciação pautada pelo público, os seus dois álbuns mais recentes estão musicalmente interligados.

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No último mês de julho, FBC lançou o seu quinto e mais recente álbum, nomeado ‘O amor, o perdão e a tecnologia irão nos levar para outro planeta‘, propondo uma viagem sonora e explorando as fases da dance music enquanto promove rimas sobre o amor e suas complexidades. Apesar de estar sendo positivamente absorvido por uma parte do público, outra mostrou que queria algo como ‘BAILE‘, o disco anterior.

Na edição deste ano do Coala Festival, o rapper mineiro foi atração e, em entrevista exclusiva para o RAPMAIS, ao ser questionado sobre a sua estética, respondeu ao que os fãs vêm ressaltando. “As pessoas falam assim: ‘ah, o Fabrício, ele fez uma curva, depois de ‘BAILE’ ele poderia ter repetido aquela fórmula, mas quando a gente vai entender da onde vem essas coisas, você vê que é do mesmo lugar”, conta.

Foto: Reprodução/Internet
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“Tanto o house, quanto o miami bass, são músicas eletrônicas que foram feitas com as mesmas baterias eletrônicas, né, com a TR-808, com a TR-909. O feijão faz o tutu, o feijão também faz o acarajé. O feijão faz o feijão tropeiro, faz a feijoada, e é isso, é tudo do feijão. E house, rap e miami bass é a mesma coisa, tudo vem da mesma fonte, que é a música negra americana ali, feita com as baterias eletrônicas com aqueles sints, né?!”, finaliza.

Lançado em 2021, ‘BAILE‘, inspirado pelo miami bass, introduz uma nova roupagem à sonoridade originária do movimento hip-hop e popularizada no Brasil através do carioca dos anos 90, e atualiza a temática com versos pertinentes e divertidos, transitando de forma leve e despretensiosa entre a diversão dos bailes, passando por desilusões amorosas e questões sociais.

Confira o relato no vídeo da publicação abaixo:

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Jornalista movido pela curiosidade, uso da paixão pela escrita e pela arte para expressar minhas observações e vivências, alinhando a ideologia do movimento hip-hop com o poder da comunicação.
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