O festival está trazendo para as areias de Copacabana Caetano Veloso, Liniker, BaianaSystem e Bala Desejo.
Um encontro no camarim do TIM Music Rio, que aconteceu no último fim de semana na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, emocionou o rapper Matuê, 29 anos, uma das atrações do festival. O artista fez questão de conhecer pessoalmente o carioca, Jorge Aragão, 74 anos, convidado especial da roda de samba de Pretinho da Serrinha, que também se apresentou no evento.
Para o rapper, um dos maiores nomes do trap nacional da atualidade, encontrar o sambista foi a realização de um sonho: “Fiquei muito feliz de conhecer o Jorge Aragão, cresci minha infância inteira ouvindo a música dele junto dos meus pais. Inclusive, viajamos há pouco tempo e ouvimos o cd dele em repeat. Então conhecê-lo é um sonho. Vou mostrar a foto para minha mãe e meu padrasto e eles vão ficar doidos. O cara é uma lenda, uma das vozes mais bonitas do samba.”
Foto: Adão/AgnewsLogo depois do encontro, Matuê subiu ao palco do TIM Music Rio para a apresentação cantando para um público de mais de 100 mil pessoas. Ao fim do show, vibrou: “Sem palavras! Quebramos tudo, rapaziada. E a galera veio em peso. Acho que nunca vi 100 mil pessoas na minha frente. Salve Rio de Janeiro, estamos juntos!”
O festival TIM Music Rio teve início no sábado, 20 de maio, com show da baiana Daniela Mercury e do Monobloco com Juliana Linhares e Aline Paes. E no próximo fim de semana, tem mais. No sábado, 27 de maio, o TIM Music Rio traz a banda Bala Desejo, formada pelos cantores e compositores Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra, com seu som que mistura bossa-nova, indie pop, música tropicalista, pop rock e MPB. Logo depois, o público vai ser presenteado com o show de Caetano Veloso. O artista vai levar para as areias de Copacabana o show de sua turnê atual: #MeuCoco.
No domingo, 28 de maio, último dia de festival, a cantora e compositora Liniker sobe ao palco, interpretando músicas de seu repertório como “Zero”, “Baby 95” e “Bem Bom”. Em seguida, em uma fusão do gênero jamaicano com acordes afro-brasileiros, o BaianaSystem encerra o festival com seu show repleto de simbolismos, com sucessos como “Sulamericano”, “Reza Forte”, “Duas Cidades”, entre outros.






