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Rapper Orochi exalta show de Matuê e se emociona em discurso pedindo união no Rap

Vinicius Voutsinas

Orochi fez apelo emocionante pela cena.

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O último final de semana no Rio de Janeiro foi palco de um dos encontros mais emblemáticos do trap e rap nacional recentemente. O grupo  Costa Gold aterrissou na Cidade Maravilhosa para o show de lançamento da turnê “300”, trazendo ao palco todas as estrelas que participaram do disco, incluindo nomes de peso como Marechal, Matuê, Froid, Xamã e Cynthia Luz.

Entretanto, o que roubou a cena além das performances foi o relato sincero de Orochi. Presente no evento para prestigiar os colegas, o rapper carioca utilizou suas redes sociais no dia seguinte para compartilhar uma reflexão profunda sobre o que testemunhou, visivelmente emocionado.

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Orochi não poupou elogios, especialmente à performance de Matuê. Segundo o rapper, a energia que emanava do palco e do público durante a apresentação do cearense foi algo inédito para ele:

“Vou te falar legal, o bagulho ontem ficou fod* pra caral*** no evento do Costa Gold. O show do Matuê eu estava louco pra ver… A vibe que o pessoal tava sentindo ontem era de união. Obrigado por trazer essa energia que eu nunca senti”, desabafou Orochi.

O rapper ainda destacou que, apesar das vaidades e conflitos internos que a indústria impõe, o momento no palco humaniza os artistas: “Por mais que exista kaozada, ego e outros bagulhos, quando a gente está junto no palco é como se fosse geral amigo, um monte de crianças se divertindo.”

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Em um momento de rara vulnerabilidade, Orochi chorou ao falar sobre as lutas pessoais que cada artista carrega por trás dos holofotes e reforçou a necessidade de o gênero se fortalecer internamente para alcançar o topo do mercado musical.

“Às vezes o mundo está caindo na vida da pessoa que está ali no palco, geral é ser humano, geral tem problema… Hoje eu estou chorando aqui de felicidade. Para meus irmãos do rap: vamos nos unir que nós podemos ser maiores. O rap vai dominar a po** toda!”*

O depoimento viralizou rapidamente, servindo como um lembrete de que, para além dos número, a base do movimento continua sendo a conexão e a vivência real.

Assista ao vídeo do desabafo abaixo: