Publicidade
Publicidade
Publicidade

Oruam compara cenas explícitas e nudez em show de Madonna com pedido de liberdade a seu pai, Marcinho VP

Por
Rodrigo Costa
Jornalista movido pela curiosidade, uso da paixão pela escrita e pela arte para expressar minhas observações e vivências, alinhando a ideologia do movimento hip-hop com o...
Fotos: Reprodução/Internet

Oruam vem sendo criticado por igualar pedido de liberdade de um “assassino” a liberdade sexual.

Publicidade
Publicidade
Publicidade

Aconteceu no último sábado (4) o show gratuito de encerramento da Celebration Tour, de Madonna, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, recebendo um público de aproximadamente 1,6 milhão e investimento de R$ 20 milhões.

O maior espetáculo da carreira da popularmente conhecida como “Rainha do Pop” contou com homenagens a diversas personalidades brasileiras, como Mano Brown, Renê Silva e Maxwell Alexandre, e teve cenas explícitas e nudez.

Publicidade
Publicidade
Publicidade

Diante disso, Oruam foi até as redes sociais para expressar sua insatisfação com a aceitação dos conteúdos sexuais apresentados em público, enquanto ele recebeu críticas por utilizar uma camisa pedindo a liberdade de seu pai, Marcinho VP, durante show no Lollapalooza 2024.

Fotos: Reprodução/Internet

“Aí eu entrar com a camisa pedindo a liberdade do meu pai não pode”, publicou o rapper integrante da gravadora Mainstreet em seu perfil no X (antigo Twitter). Após a repercussão, o artista ressaltou: “Amo a Madonna, gente, só [que] também amo meu pai”.

Em meio aos relatos, parte dos internautas enfatizaram a diferença entre as situações. “Com todo respeito ao Oruam e a história dele: Madonna há 40 anos pede a liberdade sexual das pessoas, que elas possam viver e serem quem quiser; o rapper a liberdade de um criminoso envolvido na morte de um jornalista – para falar apenas um dos crimes dele”, escreveu um usuário.

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Preso desde 1996, Marcinho VP cumpre pena de 36 anos em regime fechado. Tido como um dos mais perigosos do país, o traficante chefiava as bocas-de-fumo do Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e foi transferido de cadeia duas vezes devido a ataques supostamente comandados por ele e outros líderes do Comando Vermelho na capital fluminense.

Veja as publicações e repercussão nos posts abaixo:

MARCADO:
Seguir
Jornalista movido pela curiosidade, uso da paixão pela escrita e pela arte para expressar minhas observações e vivências, alinhando a ideologia do movimento hip-hop com o poder da comunicação.
Sair da versão mobile