O jovem rapper traz toda a sua revolta no EP

EP é fruto do  momento que estamos passando, tanto nacional quanto internacional. Isso fez que o rapper parasse para refletir e colocar para fora a sua revolta

O rapper carioca Shakur Since 97 disponibilizou para o público o seu EP de estreia “Gritos de Revoltas”, que contém e faixas.  O trabalho já está liberado nas plataformas digitais. Ele se define seu estilo como um rap underground, umas punchlines bem pesadas, sabendo se comportar no trap e no boombap independente do tema a ser abordado. O jovem rapper nos conta como começou a carreira.

“Minha carreira como rapper iniciou quando eu resolvi montar uma banca com mais dois amigos chamada Bairro13. Eu já rimava pelo bairro, escola e ruas, como estudávamos juntos, e estávamos sempre juntos e rimando, decidimos montar essa banca em 2015. Logo após isso, damos início ao nosso primeiro trabalho chamado ‘Nosso Lar’, que está disponível no YouTube desde então, onde a gente escreve sobre nosso dia a dia, nossas vivências e vivências dos amigos que também são crias do nosso bairro, com produção do Smoke beats, gravação e captação do Fernando Hotzz, lá em Bangu, no Rio de Janeiro”, revela o artista, que também fala sobre como se tornou artista solo.

“Lançamos outros trabalhos até então, porém, em 2019 decidi por si só, focar na minha carreira solo, onde eu lanço o meu single com clipe chamado “Flow Shikamaru”, dando continuidade na carreira em 2020, lançando o EP ‘Gritos de revolta'”, conta.

Sobre o “Gritos de Revolta”, o cantor detalha o processo de criação do EP e já que revela que após esse projeto, ele dará continuidade nos trabalhos, lançando um single chamado “200/km” e pretendendo continuar o processo de criação do EP que sairia antes do “Gritos de revolta” ainda sem nome. Ele também fala sobre o que acha que o seu trabalho traz de diferente para a cena.

“O EP contém 3 faixas, produzidas pelos produtores Biro e MDB, nos estúdios CORRERIA e Makadesh. Eu estava focando em um outro EP que sairá brevemente, porém, as atrocidades, o momento que estamos passando, tanto nacional quanto internacional me fez parar para refletir e querer colocar para fora a minha revolta, o que eu estava sentindo, fazer com que de alguma forma as pessoas me ouvissem, um grito mesmo, onde nasceu o nome do Ep; Gritos de revolta”, detalha o artista, que completa.

“Acredito que o meu trabalho traga um diferencial nas composições e no flow. Eu escrevo de uma forma bem diferente, sempre procurando usar umas frases, punchlines marcantes, e uns trocadilhos. Minhas composições sempre foram de chamar atenção, desde quando escrevi uma poesia na 4º série e a professora duvidou da minha capacidade de ter escrito aqueles versos, julgando ser bem além e avançada para a idade que eu tinha, e o Flow sempre assim, agressivo e meio gritante, demonstrando uma agressividade na voz”, finaliza.

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Confira o EP abaixo.